• Politicagem com a Segurança
Caiado (PSD) implantou o abuso político da Segurança Pública como discurso político, um bafo de boca travestido de gestão: polícia como ferramenta eleitoral. Daniel Vilela (MDB) segue a mesma linha e acredita para ganhar as eleições basta dizer as palavras mágicas: “minha puliça”.
• A tropa quer valorização
Durante a gestão anterior, foram repetidas promessas de plano de carreira, reajustes e pagamento da data-base para policiais civis e militares. Nada foi cumprido.
Enquanto Daniel apresenta equipamentos e tecnologia, os policiais enfrentam outra realidade. Muitos se matam em horas extras para tentar aumentar a renda, já que os valores não são incorporados ao salário. O resultado é desgaste emocional e o policial exausto de tanto trabalhar.
• Caiado usou, Daniel também quer usar
A segurança pública de Goiás sempre foi eficiente por mérito dos próprios, nunca precisou de político. Transformar a instituição em patrimônio político — “minha polícia” — é usá-la como se fosse um objeto e jogar fora. Isso tem que acabar. Polícia, polícia; política, política e ponto final.
Nas redes sociais, policiais civis e militares começaram a expor a insatisfação. Falta de reajuste, promoções travadas e ausência de valorização são as principais críticas. O discurso oficial não encontra respaldo na realidade da tropa.
• Obrigação do Estado
Viaturas, armas e sistemas são necessários, mas não resolvem o principal problema: a ausência de valorização financeira e profissional. Estrutura é obrigação do Estado, não favor.
Equipamento de trabalho não coloca comida na mesa de ninguém. É preciso aumentar a tropa e cumprir acordos que Caiado rasgou. É preciso respeitar a Instituição, senhor Daniel Vilela!
Aliás, o inexperiente governador precisa dar conta ao menos de responder: se há investimento em imagem e propaganda, por que não há compromisso real com quem sustenta a segurança pública, os policias?
Cristiano Silva
Editor


















