• Apenas irmão teria deixado cargo na Codego
O Goiás24Horas apurou que apenas o irmão do deputado Amauri do Chapéu teria deixado um cargo comissionado na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), após pressão e denúncias envolvendo indicações políticas. Segundo fontes dentro do governo, todos os cargos de chefia indicados por Amuri no governo Caiado (PSD) também em Trindade (GO) e Piracanjuba (GO) continuaram com Daniel Vilela (MDB).
• Major Araújo falou em estrutura de R$ 200 mil em cargos
Durante bate-boca na Assembleia Legislativa de Goiás nesta quinta-feira (7), o deputado Major Araújo afirmou que Amauri ainda manteria uma estrutura de mais de R$ 200 mil em cargos comissionados dentro do governo ligado ao grupo político do ex-governador Ronaldo Caiado e do governador Daniel Vilela.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o grupo político de Amauri ainda manteria cargos de chefia em órgãos estaduais, incluindo estruturas em Trindade, Piracanjuba e dentro da própria Codego.
• Briga começou após ataque contra Wilder Morais
A discussão explodiu após Amauri atacar o senador Wilder Morais, presidente do PL em Goiás e pré-candidato ao governo estadual. Amauri tentou sustentar a narrativa de que Wilder teria ajudado o PT ao não participar da votação envolvendo Jorge Messias no STF.
Major Araújo reagiu afirmando que Amauri estaria “plantado” dentro do PL para enfraquecer Wilder e criar divisão interna no partido em favor do grupo governista em Goiás.
A troca de acusações terminou em gritos e palavrões dentro do plenário da Alego. Os deputados precisaram ser contidos por seguranças para evitar agressões físicas.

















