• Caso de cadeia
O governo Caiado/Daniel Vilela contratou sem licitação, com justificativa de exclusividade, uma empresa de eventos, organizadora da corrida de motocicletas Moto GP, para recontratar empresas para uma obra com indícios de superfaturamento. Isso é caso de polícia.
A reabertura do Autódromo Internacional Ayrton Senna foi vendida pelo governo Ronaldo Caiado como uma das maiores vitrines de sua gestão. Em março de 2026, a MotoGP marcou o retorno das competições internacionais à pista de Goiânia em meio a muita propaganda oficial.
• Um crime
A corrida fracassou, a pista Sonrisal começou a dissolver e as voltas foram interrompidas, pois os pedaços de asfalto estavam machucando os pilotos.
Goiás virou piada: buracos, deformações e falhas no pavimento recém-entregue.
• Dinheiro público jogado no ralo
Agora surge uma informação ainda mais grave: todo o asfalto do autódromo terá de ser reconstruído. Isso significa que uma obra vendida como moderna, segura e preparada para receber eventos internacionais simplesmente não resistiu ao primeiro grande teste. A coisa se repetiu na Stock Car no dia 17 de maio. O resultado é um desperdício monumental de dinheiro público.
• Conta pode chegar perto de R$ 1 bilhão
Parte dos contratos firmados pelo governo foi colocada sob sigilo. Segundo uma fonte, o valor que Caiado destinou para o asfalto fake do Autódromo é o dobro do que foi apurado, ou seja, não são só R$ 500 milhões. A coisa poderá chegar a R$ 1 bilhão de reais. O Ministério Público está investigando o caso, que poderá em breve ganhar as páginas policiais.

















