• A base vai explodir
A definição de Adriano Rocha Lima como candidato a vice-governador na chapa de Daniel Vilela (MDB) provocou forte reação nos bastidores da base governista. Segundo fontes ouvidas pelo Goiás24Horas, cresce a insatisfação entre deputados, pré-candidatos e lideranças políticas, que esperavam participar da construção da chapa, mas acabaram vendo a decisão ser concentrada no núcleo político do ex-governador Ronaldo Caiado.
• “Panelinha” e familiocracia
Nos bastidores, a avaliação é de que Caiado fechou ainda mais o círculo de poder ao impor o próprio primo como candidato a vice. A movimentação tem sido chamada por integrantes da base de uma “panelinha” e de uma “familiocracia”, em referência à concentração das principais decisões políticas no grupo mais próximo do ex-governador.
A leitura entre aliados é de que a escolha de Adriano Rocha Lima garante a Caiado influência direta sobre um eventual segundo mandato de Daniel Vilela.
• Pré-candidatos ficaram pelo caminho
A decisão frustrou lideranças que trabalhavam para ocupar a vaga de vice-governador. Entre elas estão o ex-senador Luiz do Carmo e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, ambos apontados como possíveis nomes para compor a chapa.
Segundo informações de bastidor, Caiado não demonstrava confiança em José Mário Schreiner por entender que ele poderia construir um grupo político próprio no futuro. Já em relação a Luiz do Carmo, a desconfiança estaria ligada à proximidade de seu grupo político com o bolsonarismo

















