• Caso Rhayann
“Que caso do bebê Rhayann?” A pergunta feita pelo governador Daniel Vilela ganha contornos ainda mais preocupantes. Rhayann Rhaell nasceu em 4 de agosto no Hospital Estadual de Formosa e morreu no dia seguinte. Segundo a família, a mãe procurou atendimento antes do parto e o bebê nasceu após aspirar mecônio. Os parentes denunciam possíveis falhas médicas e querem saber se houve negligência.
• Quem administra o hospital?
O Hospital Estadual de Formosa é administrado pelo IMED – Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento, contratado pela Secretaria de Saúde de Goiás. E é justamente quando se começa a investigar quem administra a unidade que surge uma história que merece explicações.
• Denúncia de elo com PCC
Reportagem do Metrópoles revelou que empresas ligadas ao empresário Thiago Telles Batista de Souza receberam R$ 209 milhões por meio de contratos com o IMED. Telles é investigado pela Polícia Civil de São Paulo por suspeita de participação em esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao PCC.
• Dinheiro público
Segundo a mesma investigação jornalística, o IMED recebeu cerca de R$ 1,4 bilhão do governo de Goiás entre 2019 e 2025. O instituto afirmou desconhecer eventuais atos ilícitos atribuídos aos fornecedores e sustentou que suas contratações seguem processos públicos de seleção.
• Mais um contrato com pessoas investigadas
Mas a investigação do G24H encontrou algo mais. Documentos recentes do próprio IMED mostram que uma empresa escolhida para prestar serviços médicos no Hospital Estadual de Formosa possui em seu quadro societário pessoas com fichas criminais por desvio de dinheiro na Saúde
A morte de Rhayann exige respostas sobre o atendimento prestado à criança. Mas também abriu outra pergunta: quem são as pessoas investigadas que recebem dinheiro do governo Daniel via IMED? Mostraremos a seguir.

















