• Caiado diz não a Flávio Bolsonaro
Ronaldo Caiado decidiu levar sua candidatura à Presidência até o primeiro turno deste domingo (4). Segundo o Estadão, o candidato do PSD descartou abandonar a disputa para apoiar Flávio Bolsonaro. A decisão encerra, pelo menos antes das urnas, qualquer possibilidade de união entre os dois candidatos que disputam espaço no eleitorado de direita.
• Gracinha mandou detonar Flávio
Mas existe uma personagem que atravessa toda essa história: Gracinha Caiado. Informações publicadas durante a campanha atribuíram à então primeira-dama pressão por uma mudança na estratégia digital do marido. Insatisfeita com o desempenho nas redes, ela teria defendido uma comunicação mais agressiva — justamente quando Caiado passou a mirar Flávio Bolsonaro.
• Marqueteiro deixou campanha
A guerra interna existiu. Paulo Vasconcelos deixou o comando do marketing depois de divergências sobre o tratamento dado a Flávio. O marqueteiro defendia que Caiado primeiro apresentasse propostas e sua trajetória ao eleitor, evitando partir imediatamente para o confronto com o filho de Jair Bolsonaro. Segundo o colunista Lauro Jardim do jornal O Globo, Gracinha bancou exatamente o contrário: pau em Flávio. Essa segunda linha venceu.
• Ataques ganharam força
Depois disso, Caiado aumentou a artilharia. Questionou a experiência de Flávio, explorou sua relação com Daniel Vorcaro e o Banco Master e atacou episódios envolvendo recursos destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro. A estratégia passou a estabelecer uma divisão clara dentro da direita e do Centrão: de um lado Flávio; no partido do Centrão, Caiado tentando se apresentar como alternativa conservadora, mas detonando na mesma medida Flávio Bolsonaro e Lula (PT).
Bastidores das eleições com
Cristiano Silva
Goiás24horas


















