Racha
- A deputada federal Adriana Accorsi expôs uma crise interna no PT de Goiás ao romper com parte do grupo que atua na sigla no estado. O estopim foi a acusação de que correligionários teriam levado à direção nacional informações falsas sobre a saúde dela.
Acusações
- Adriana afirmou que integrantes do partido em Goiás disseram que ela não teria condições de coordenar a campanha de Lula no território goiano por motivos de saúde. Até então, o ex-candidato ao governo estadual Luis Cesar Bueno (PT) era quem coordenava a campanha.
- Em reação, a deputada anunciou a criação da corrente “Força Popular” e sinalizou afastamento da chamada “velha guarda” do partido.
Mensagem enviada
- Em um grupo da liderança do partido, Adriana anunciou o rompimento. “Hoje em reunião com o presidente Edinho (dirigente nacional do PT, deputado Edinho Silva), ele me disse que pessoas do PT aqui mentiram a ele que eu estava doente e não iria conseguir coordenar a campanha do Lula em Goiás. Olha eu doente aí (referência ao evento de quarta-feira, 14, ao lado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, na Praça Universitária em Goiânia). Só lamento para vocês sem voto. Chorem mais”,

















