domingo , 26 abril 2026
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Demissões em O Popular foram efeito colateral do artigo de Demóstenes Torres, que colocou o jornal como reles caudatário do Diário da Manhã

A inesperada demissão de quatro jornalistas, com mais de 20 anos de casa, de O Popular, em plena véspera do feriado de Páscoa, teve origem no artigo do ex-senador Demóstenes Torres publicado pelo Diário da Manhã, que teve repercussão nacional e obrigou O Popular a se meter em uma cobertura caudatária do seu maior concorrente em Goiás.

Em princípio, O Popular não publicaria um artigo de uma página nem de Demóstenes Torres nem de ninguém. Mas é função da editoria de opinião do jornal, até a última quinta-feira a jornalista (demitida) Karla Jayme, “negociar” com os possíveis articulistas e “ajeitar” o tamanho dos textos. Ela falhou, portanto.

O Popular, com a sua pretensão de ser o maior e o mais importante jornal do Estado, acabou sendo obrigado a correr atrás de um fato gerado por um veículo concorrente e, pior ainda, que é desprezado tanto pela sua direção como pela sua redação.

A direção do Grupo Jaime Câmara não gostou de ver a sua principal vitrine, o jornal O Popular, na humilhante situação de repercutir um fato – com amplitude nacional – gerado logo pelo Diário da Manhã. Um gatilho foi acionado: a decisão agora é impor mudanças radicais, capazes de recuperar o papel de protagonista que o GJC imagina que O Popular deve ter.

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