terça-feira , 28 abril 2026
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No DM, ex-candidata denuncia que dona Iris contratou 470 cabos eleitorais para distribuir cartilhas e só pagou quando eles ameaçaram quebrar o comitê

A advogada Silvana Marta, que foi candidata a deputada estadual pelo PMDB nas últimas eleições, denuncia na edição desta terça-feira do Diário da Manhã o que chama de desorganização, bagunça e desrespeito ao ser humano na campanha de Iris Rezende, no ano passado.

Silvana Marta diz que participou do miolo da campanha e testemunhou com os próprios olhos a exploração de cabos eleitorais, que chegavam a passar fome no comitê da avenida 85.

Em especial, ela denuncia a contratação de 470 cabos eleitorais para distribuir cartilhas promocionais da candidata a deputada federal dona Iris Araújo e do candidato a deputado estadual Nélio Fortunato. Agora,veja o que aconteceu, nas palavras da própria Silvana Marta:

“Foram contratadas em torno de 470 pessoas, via Nélio Fortunato.O treinamento foi dado pessoalmente por Iris de Araújo, para grupos de 15 em 15 pessoas que ouviam dela mesma o que deveriam dizer e como distribuir as cartilhas.

“Muito bem. Passados os primeiros 30 dias, na hora de efetuar o pagamento, houve uma confusão: quem iria pagar o quê? Um mal entendido, porque nada ficou assentado em contrato ou qualquer outro documento semelhante.

“Aí, a bagunça estava feita. Quem deveria arcar com o pagamento dos contratados? Simplesmente, foi criada uma dúvida em relação a quem deveria pagar e o que pagar. Em suma, alguém não assumiu os custos pelo trabalho de distribuição.

“E você leitor, o que acha que aconteceu? Vamos, dê o seu palpite…

Obviamente, as pessoas que trabalharam na distribuição das cartilhas ficaram revoltadas, já que de sol a sol entregaram de casa em casa, o dia inteiro, as cartilhas da Da. Iris. Tal situação perdurou por alguns dias, que se transformaram em semanas, e que se transformaram na maior confusão dentro do comitê de campanha do Setor Bueno, trazendo prejuízos eleitorais a Iris Rezende, por tabela”.

Segundo a advogada, Nélio Fortunato pagou imediatamente a sua parte. Dona Iris demorou, demorou, mas, diante da ameaça de quebra-quebra, acabou pagando também.

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