sábado , 25 abril 2026
Goiás

Texto de Schmidt sobre contas do Estado acaba não só com a autoestima dos goianos, mas também com a gramática

A infeliz ideia da supersecretária de Fazenda, Cristiane Schmidt, de escrever um texto apocalíptico sobre as finanças do Estado visou a destruir não só a autoestima dos goianos e a perspectiva de investimentos. Ela acabou também com a língua portuguesa (clique aqui para ler na íntegra). 

Schmidt deve ter faltado à aula de regência verbal e provavelmente por isto escreveu, por exemplo, a expressão “iniciou-se estudos”, enquanto o correto é “iniciaram-se estudos”. 

O mesmo deslize a supersecretária comete na expressão “perquire-se, destarte, maneiras eficientes e sustentáveis”, com a regência de perquirir (que significa efetuar investigação minuciosa). 

O uso de vírgulas na expressão “o contexto é, também, periclitante” está equivocado, além do mais. Isolar conectivos e advérbios de uma só palavra é um erro que a supersecretária comete consecutivamente no texto.

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