Emprego cresce em Goiás nos primeiros 6 meses do ano e joga por terra discurso da Adial de que corte nos incentivos fiscais provocaria desemprego

A cruzada da Adial contra a restrição dos incentivos fiscais tem como argumento principal o argumento que o corte vai causar desemprego em massa em Goiás.

Dados que acabam de ser divulgados pelo Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Trabalho, mostram que Goiás ocupa a 4ª colocação de abertura de vagas de emprego no país, ficando atrás somente dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo nos primeiros seis meses de 2019, quando o governo Caiado já havia feito o primeiro corte nos incentivos fiscais concedidos à empresas.

O estado que mais contratou no Centro-Oeste foi Goiás , com a abertura de 2.796 vagas. As contratações foram principalmente na indústria de transformação, que respondeu por 59,8% das vagas criadas (1.673 vagas), sendo o setor que mais contratou no mês.

Os números do Ministério da Economia jogam por terra o discurso da manutenção dos incentivos fiscais da Adial e das demais entidades empresariais, como a decrépita Fieg de Sandro Mabel.

A conclusão é acaciana: se o emprego cresceu e o corte dos incentivos em Goiás não provocou desemprego, então o governo Caiado está certo em passar a faca na mamata das empresas.