quinta-feira , 9 julho 2026
Goiás

Ignorado pelo Tribunal de Justiça, promotor aciona ONU por superlotação na CCP de Aparecida

Diante da decisão do desembargador Gilberto Marques Filho de derrubar a liminar que impedia a entrada de novos presos na superlotada Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, o promotor Marcelo Celestino (autor da ação que provocou a liminar) tomou uma medida drástica: acionou a Organização das Nações Unidas (ONU) na tarde desta quarta-feira.

No documento enviado à ONU, Celestino afirma que a CPP tem capacidade máxima para 1.463 presos, mas hoje abriga 3.019. O promotor diz que esta situação é a principal motivação de fugas e rebeliões. 

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