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Porto Seco de Anápolis: ex-corregedora de Justiça que críticava ‘filhotismo’ defende decisão de juiz em favor de cliente do filho, diz O Globo

A 5a turma do TRF-1 julga nesta terça-feira (28) se mantém ou não a decisão de um juiz federal de Anápolis, que deu uma decisão favorável a uma empresa defendida pelo próprio filho. O inusitado, é que quem defenderá a manutenção da decisão do magistrado é a ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon, que era crítica as relações de juiz e seus filhos advogados, além de ter cunhado o termo “filhotismo”.

No dia 26 de maio, o juiz Alaor Piacini, da 2a Vara Federal de Anápolis (GO) deu uma decisão favorável a empresa Aurora da Amazônia, para que a União fosse obrigada a assinar um contrato que pode render até R$ 40 bilhões a empresa em 25  anos.

No entanto, em 7 de julho, a corregedora do TRF-1, desembargadora Ângela Catão, suspendeu o magistrado após ele alegar que o filho não representava mais a empresa, mas documentos comprovaram o contrário.

O caso dele está no CNJ.

Com informação de Lauro Jardim, no Globo