1. Uso de órgãos públicos
A organização criminosa teria começado em junho de 2021, usando estruturas do Estado para monitorar adversários políticos e atacar a Justiça Eleitoral, tentando desacreditar as eleições de 2022.
2. Lives e entrevistas
Bolsonaro realizou transmissões e falas públicas em agosto, setembro e outubro de 2021, espalhando desinformação e ameaças contra a Justiça Eleitoral, numa tentativa de minar sua legitimidade.
3. 7 de Setembro de 2021
No ato em Brasília e São Paulo, foram feitas ameaças diretas ao STF e ao sistema eleitoral, com discurso de grave intimidação contra ministros e instituições.
4. Reunião ministerial (julho de 2022)
Discussões dentro do governo apontaram o alinhamento da máquina estatal para desacreditar o processo eleitoral e preparar contestação aos resultados.
5. Reunião com embaixadores (julho de 2022)
Bolsonaro usou o encontro com diplomatas para espalhar ataques às urnas e ao TSE, em um dos gestos mais simbólicos de desgaste internacional da democracia brasileira.
6. Polícia Rodoviária Federal
Uso indevido da PRF no segundo turno, com operações que atrasaram eleitores, principalmente em regiões do Nordeste, apontadas como redutos de Lula.
7. Forças Armadas
Instrumentalização do Ministério da Defesa e do relatório de fiscalização das urnas, usado como peça de desinformação para lançar dúvidas sobre o processo eleitoral.
8. Pós-eleição (novembro de 2022)
Lives, monitoramento de autoridades e representações eleitorais falsas buscaram prolongar a crise e alimentar a desconfiança nas urnas mesmo após o resultado oficial.
9. Kids Pretos
Reunião em novembro de 2022, envolvendo forças especiais, apelidadas de “Kids Pretos”, apontada como parte da preparação para atos violentos.
10. Atos de dezembro
Tentativa de invasão da sede da PF e os protestos violentos durante a diplomação de Lula e Alckmin, em 12 de dezembro de 2022.
11. Bomba no aeroporto
Colocação de um artefato explosivo em 24 de dezembro de 2022, em Brasília, que só não explodiu por falha técnica.
12. Plano Punhal Verde-Amarelo
Planejamento militar e operacional chamado de “Operação Copa 22”, com articulações de monitoramento e preparação de ações golpistas.
13. 8 de Janeiro de 2023
Consumação da tentativa de golpe, com invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília, seguida de planejamento no gabinete de crise.

















