Absurdo
- Um médico é acusado de ter contratado dois detetives particulares para pressionar uma servidora pública a desistir de cumprir atividades de fiscalização contra ele. O profissional teria organizado um esquema de vigilância e intimidação contra a mulher e os familiares dela.
Vigia
- Segundo apurações, os detetives permaneceram três dias em Rio Verde monitorando a rotina da servidora, acompanhando seus deslocamentos e criando perfis falsos usados para enviar mensagens ameaçadoras.
- O grupo teria vigiado a residência da vítima, seu local de trabalho, a escola frequentada pela família e empresas ligadas a ela.
R$ 7 mil
- Conversas obtidas indicam que os executores receberam cerca de R$ 7 mil para realizar o serviço de vigilância e coação a mando do médico. O profissional que impedir que a servidora fizesse fiscalização contra ele.

















