• Recado direto
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do partido Novo, fez uma declaração que repercutiu no cenário político nacional ao afirmar que não nomeou parentes durante sua gestão. A fala ocorreu em evento na Associação Comercial de São Paulo.
• Frase direta
“Quantos parentes eu levei para trabalhar no Estado? Zero”, afirmou Zema, em uma fala espontânea, sem questionamento prévio sobre o tema.
• Contexto imediato
A declaração veio no mesmo dia em que reportagem da Folha de S.Paulo revelou que o ex-governador Ronaldo Caiado deixou o cargo com ao menos 10 parentes em cargos comissionados.
Zema não nomeou nenhum parente quando governou Minas Gerais, que foi exatamento durante o mesmo período que Caiado comandou o estado de Goiás.
• Disputa nacional
Zema e Caiado são pré-candidatos à Presidência da República e disputam espaço no eleitorado que busca uma alternativa fora da polarização nacional.
• Repercussão do caso
O levantamento da Folha apontou cerca de 50 pessoas com o sobrenome Caiado na folha do Estado, com remunerações que ultrapassam R$ 650 mil mensais, incluindo familiares em funções comissionadas.
• Primos
A maioria dos parentes comissionados de Caiado são primos dele, sendo 9 no total, o que escapa da definição legal de nepotismo, mas não não escapa da definição moral de indicar familiares para o Governo. Adriano da Rocha Lima um deles. Primo de Caiado, Adriano é assessor na Secretaria de Relações Institucionais. Ele ganha uma bolada e é mencionado como possível candidato à vice de Daniel Vilela.

















