• Isso o governo não mostra
Enquanto Caiado e Daniel Vilela fazem discurso mentiroso sobre a Segurança Pública em Goiás, o crime organizado expande seus tentáculos no Estado. Nesta segunda-feira (27), uma operação da Polícia Civil de São Paulo prendeu suspeitos de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo as investigações, o grupo teria se infiltrado no setor público por meio de contratos com prefeituras para dar aparência legal a recursos oriundos do tráfico de drogas.
• Goiás no radar da investigação
Mandados foram cumpridos em várias cidades do país, incluindo Goiânia e Aparecida de Goiânia. A presença do estado em mais um caso de repercussão nacional envolvendo o PCC levanta questionamentos sobre o alcance real do combate ao crime organizado.
• Como funcionava o esquema?
De acordo com a Polícia Civil, a principal estratégia envolvia contratos entre prefeituras e uma fintech, a 4TBank, que operava a movimentação financeira. O modelo permitia circular recursos ilícitos dentro de estruturas formais, dificultando o rastreamento.
• Lideranças apontadas
Entre os investigados está João Gabriel de Mello Yamawaki, apontado como articulador do grupo com agentes públicos. Ele está foragido. Outro nome citado é o ex-vereador de Santo André (SP), Thiago Rocha de Paula, suspeito de ligação com o PCC.
Este não é um caso isolado. Em 2025, a Operação Carbono Oculto já havia investigado uma rede de postos de combustíveis suspeita de lavar dinheiro para o PCC em Goiás e até uma usina, a Goiás Bioenergia, que inclusive recebeu incentivos fiscais de Caiado.

















