• A triste sina
Talles Barreto e Chiquinho Oliveira juravam lealdade ao grupo de Marconi Perillo (PSDB), quando ele era governador. Antes do galo cantar três vezes, os dois mudaram de lado, quando Caiado assumiu o governo. Passaram a jurar lealdade ao Caiadismo.
No novo grupo político, que antes enfrentavam, os dois sempre foram vistos com desconfiança, prova é que foram praticamente rifados: um no Tribunal de Contas, e o outro na AGR.
• Talles pensou que seria recompensado e dançou
Talles Barreto (UB), deixou uma barba por fazer compor seu rosto, mudou de partido, de amigos e de gírias. Chegou a abrir mão de sua base eleitoral, acreditando que Caiado lhe recompensaria com uma vaga no Tribunal de Contas, primeiro do Estado, depois dos Municípios, e no fim não ficou com nada disso. Hoje corre atrás do prejuízo.
• Chiquinho estava pronto para assumir e também dançou
Chiquinho Oliveira tinha mandado fazer um terno novo para a posse de uma vaga no Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR), mas foi barrada pelo ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), “por falta de confiança”, disse uma fonte.
A matemática nos dois casos é simples: quem traiu uma vez, sempre estará disposto a mudar de lado novamente.

















