• Caos total
A situação do Hospital de Urgências de Goiás (HUGO), em Goiânia, volta a ser alvo de denúncias. Depois de relatos sobre ratos, baratas, superlotação e alimentos armazenados em condições questionadas, agora surgem acusações de assédio moral contra funcionários dos setores financeiro e contábil. Como sempre, o governo Daniel Vilela (MDB) permanece calado, sem explicar essa situação.
O influenciador Índio Injustiçado esteve no HUGO e publicou um vídeo denunciando alimentos mantidos em caixas de papelão e expostos ao sol. Segundo o relato apresentado por ele, a situação teria ocorrido porque o hospital enfrentaria problemas com ratos.
O Goiás24Horas já havia mostrado imagens em que ratos e baratas aparecem nas dependências do hospital, enquanto pacientes enfrentavam corredores lotados.
• Funcionários relatam assédio
Agora, uma nova denúncia recebida pela reportagem amplia os questionamentos sobre a administração do HUGO. A identidade da fonte será preservada.
Segundo o relato, funcionários dos setores financeiro e contábil teriam feito diversas denúncias de assédio moral tanto à Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde (SES) quanto ao canal de integridade da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, responsável pela gestão do hospital.
A fonte afirma que os trabalhadores não teriam recebido assistência e que, depois de aproximadamente quatro meses da gestão Einstein, todo o time dos setores financeiro e contábil teria deixado a unidade.
Ainda segundo a denúncia, representantes da SES teriam ido ao setor financeiro e contábil do HUGO para apurar os relatos. O Goiás24Horas busca esclarecimentos oficiais sobre a apuração e sobre as providências adotadas.

















