sexta-feira , 21 agosto 2026
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BOMBA! Caso bebê Rhayann: Secretário da Assembleia Legislativa é sócio de empresa que fechou contratos de meio bilhão em hospitais públicos do governo Daniel Vilela

• Enquanto bebê morre em hospital, servidor da Assembleia leva meio bilhão

Alô, Daniel Vilela! Alô Bruno Peixoto! Alô Ministério Público! O G24H continua mostrando o que existe por trás do Hospital Estadual de Formosa, onde morreu o bebê Rhayann Rhaell por negligência médica, conforme denúncia da família.

A unidade é administrada pela OS IMED, a mesma denunciada no site Metrópoles por contratos de R$ 200 milhões com uma empresa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), e que mantém contratos com a FMC Procedimentos Médicos.

Conforme mostramos aqui no G24H, os contratos da empresa em hospitais administrados pela OS, divididos 60 pagamentos mensais, chegam a cerca de meio bilhão de reais. E entre os sócios da FMC está Lucas Nogueira Taveira Adorno, que atualmente ocupa cargo na Assembleia Legislativa de Goiás.

• Dos dois lados do balcão

Lucas é secretário de Serviços Médicos da Alego. O Portal de Transparência da Assembleia confirma que ele comanda a secretaria. O contracheque obtido pelo G24H mostra que ele foi admitido em 14 de fevereiro de 2023, possui vínculo comissionado e, em junho de 2026, recebeu R$ 20.379,60 de vencimento, além de R$ 1 mil em auxílios. Após os descontos, o rendimento líquido foi de R$ 14.967,59.

• Velho conhecido

Lucas já foi servidor e superintendente da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás — documentos oficiais da própria SES registram sua atuação como superintendente do Complexo Regulador.

Ele também foi diretor de regulação do IGPR, organização social atingida pela Operação Eclesiastes, que investigou suspeitas de direcionamento de contratação e “quarteirização”. A Polícia Civil estimou prejuízo superior a R$ 80 milhões. Na época, Lucas chegou a ser preso.

Será que o “zeloso” presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto, fechou os olhos para essa improbidade? E Daniel Vilela também não sabia que uma empresa de secretário da Alego mantém contratos que chegam a cerca de meio bilhão de reais nos hospitais públicos administrados pela OS IMED? Será que Daniel Vilela dá conta de responder essa pergunta?