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quinta-feira , 8 outubro 2026
Goiás

Justiça absolve Humberto Teófilo e diz que não houve crime em caso de suposta intolerância religiosa

Decisão

  • A Justiça de Goiás absolveu o delegado Humberto Teófilo e outros três policiais civis Elvis Carlos, Marcelo Franco e Wanderlan Gonçalves acusados de uma suposta discriminação religiosa durante uma abordagem próxima a um terreiro de candomblé, em Goiânia.

O caso

  • O caso ocorreu em setembro de 2024. Segundo a acusação, os agentes questionaram pessoas sobre um veículo supostamente roubado e sobre sacrifícios de animais. As defesas sustentaram que a diligência tinha como objetivo apurar possíveis maus-tratos a animais e perturbação do sossego.

Sem provas

  • Na decisão, o juiz Luciano Borges da Silva afirmou que não ficou demonstrado que a atuação dos policiais e do delegado tenha sido motivada por preconceito religioso.
  • Para ele, não foi demonstrado propósito de hostilizar, inferiorizar, restringir ou impedir o exercício religioso. A sentença ressaltou que a configuração do crime exigiria prova concreta de que a religião teria sido a razão determinante de uma conduta discriminatória, o que não foi identificado nos elementos apresentados com a acusação.

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