• Sete horas de angústia
É muita humilhação! A família de um homem que morreu nesta terça-feira (20), no Hugol, em Goiânia, denuncia que só recebeu a notícia da morte sete horas depois.
Itamir Pacheco sofreu uma parada cardíaca no sábado. (17) e foi levado de helicóptero pelo Samu. Desde então, a família enfrentou dificuldades para conseguir informações.
• Hospital abarrotado
A rádio CBN Goiânia revelou o drama dos familiares. E não é um caso isolado nas reclamações recepção lotada, corredores tomados por macas e pacientes aguardando atendimento.
Familiares reclamam da falta de comunicação, de compaixão e de dignidade. Pessoas que já estão sofrendo ainda precisam implorar por notícias de quem amam.
• Uma bolada milionária
E quem administra o Hugol? A organização social Agir, que recebe uma bolada milionária todos os meses para gerir o hospital com dinheiro público!
Quem paga essa conta são justamente as pessoas que enfrentam filas, corredores lotados e tratamento desrespeitoso.
• Cadê o respeito?
É o dinheiro do povo goiano que sustenta essas organizações sociais que infestaram os hospitais goianos de incompetência, e descaso. Quem vai fiscalizar mais uma denúncia no HUGOL? Seria interessante saber a opinião do governador Daniel Vilela, mas infelizmente ele está preocupado com as férias de novembro e o recesso de dezembro.

















