Aos poucos, farra da verba indenizatória na Assembleia vai virando um escândalo

O jornal O Popular deste domingo publica matéria detalhada, assinada pela jornalista Thaís Romão, sobre a farra da verba indenizatória na Assembleia Legislativa.

Apesar das seguidas promessas do presidente do Legislativo, Helder Valin (PSDB), os gastos por conta da verba indenizatória não são transparentes. Deputados do governo e da oposição se unem para usufruir de R$ 21 mil reais, por mês, cada um, sem explicar direito o que fazem com tanto dinheiro, que sai dos cofres públicos.

Comida, internet, combustíveis, consultorias, pesquisas e mais alguns itens são aproveitados pelos parlamentares estaduais para justificar o crédito da verba indenizatória em suas contas bancárias.

Ocorre, como nota a matéria de O Popular, que a prestação de contas divulgada pela internet não aponta quem são os fornecedores de mercadorias e os prestadores de serviços – sem dizer a quem pagou.

Daniel Vilela (PMDB), por exemplo, consumiu R$ 32 mil reais com estudos técnicos e consultorias em janeiro e fevereiro, aliás período em que há 45 dias de recesso parlamentar.