domingo , 8 março 2026
Goiânia

Prestadores de serviço acusam Paulo Garcia de calote em manifestação em frente ao Paço

Conforme noticiado por este blog há alguns dias, a prefeitura de Goiânia rompeu contrato com as empresas de call center que operavam o disque 156, principal canal de contato entre a administração e a população.

Estas empresas cuidavam de serviços imprescindíveis ao goianiense, como agendamento de consultas, rematrícula e transferência de alunos da rede municipal de ensino.

Indícios apontam que, ao romper o contrato, a prefeitura deixou também de repassar o pagamento por serviços que já haviam sido prestados.

É o que afirmam funcionários da Attende Call Center, que nesta sexta-feira protestaram na porta da prefeitura, bem no nariz do prefeito Paulo Garcia (PT). Cerca de 100 deles gritaram até perder a voz. O total de empregados que tiveram o salário de junho cortado chegaria a 176.

O contrato celebrado com a Attende Call Center, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec), durava cinco anos e o último repasse com data de vigência entre 4 de maio de 2015 a 13 de janeiro de 2016 ultrrapassa o valor de R$ 12 milhões.

Colocá-los na rua foi a primeira medida do vereador Paulo Borges (PMDB) depois que assumiu a Setec.

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