terça-feira , 28 abril 2026
Goiás

A 7 meses da eleição, maioria dos prefeitos continua atolada na incompetência e falta de realizações. Vão todos ser massacrados nas urnas

A apenas 7 meses das eleições, a maioria dos prefeitos goianos continua presa ao atoleiro da incompetência e da falta de realizações – todos, sem exceção, se esforçando para repassar a responsabilidade pelo desastre das suas gestões para a crise econômica e a suposta falta de recursos que seria comum a todos os municípios brasileiros.

É uma farsa. A verdade é que a atual safra de gestores municipais, em Goiás, é uma das piores da história. Exceções, se houver, são raríssimas, como, por exemplo, o prefeito Evandro Magal, de Caldas Novas, um dos raríssimos de Goiás a contar com aprovação superior a 50%, comprovada por pesquisa do instituto Serpes, de credibilidade indiscutível, que ele mostrou ao Goiás 24 Horas.

O pior de tudo é que, como as mudanças na legislação eleitoral consagraram o período de pré-campanha como mais importante que o da campanha propriamente dito (quase tudo é liberado agora, quase tudo é proibido a partir de 45 dias da eleição), os prefeitos não têm nenhuma ação de comunicação e se limitam a movimentos rotineiros, transformando cerimônias de entrega de diplomas a costureiras, por exemplo, ou reforma de piscina para idosos em “eventos” capazes de engrandecer os seus mandatos. Não funciona.

Implacáveis, as urnas já estão no horizonte e prometem um massacre nunca visto antes em Goiás. De cabo a rabo, de Goiânia à menor das corrutelas, vai escorrer sangue nos relatórios de apuração do TRE.

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