domingo , 8 março 2026
Goiânia

Murilo Ulhôa, presidente da CMTC, e Tião Peixoto, da Agetul, são do PMDB, mas não querem entregar cargos na gestão de Paulo Garcia nem que a vaca tussa em grego

As circunstâncias eleitorais levaram ao rompimento entre o PT e o PMDB em Goiânia, mas existem dois secretários do prefeito Paulo Garcia (PT) que são filiados ao PMDB e que não querem entregar os cargos nem que a vaca tussa em aramaico: o presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Murilo Ulhôa, e o presidente da Agência Municipal de Esportes, Turismo e Lazer (Agetul), Sebastião Peixoto.

Caladinhos e escondidos sabe-se lá onde, Tião e Murilo tentam passar despercebidos e permanecer no cargo o máximo de tempo possível. Não ligam para conjuntura política. Querem apenas usufruir dos altos salários e das benesses inerentes às sinecuras que ocupam.

Murilo é ligado ao prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. Foi carregador de pastas do ex-governador e não entende patavinas de transporte coletivo. Sabe tanto de mobilidade quando Wanderley Luxemburgo de astrofísica. Tião é pai do deputado estadual Bruno Peixoto e do vereador Wellington Peixoto, ambos do PMDB. Wellington, diga-se de passagem, deu declarações duras contra Paulo Garcia na coluna Giro, do jornal O Popular, deste sábado.

Se alguém souber o paradeiro de Tião e Murilo, faça a gentileza de informar ao blog. Queremos saber deles até quando vão se fingir de mortos para continuar mamando.

 

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