quinta-feira , 2 julho 2026
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Defesa de Iris diz que material com críticas a Vanderlan não era apócrifo e que, portanto, estava dentro da lei

A coordenação da campanha de Iris Rezende (PMDB) afirmou na sexta-feira que os panfletos que motivaram uma das duas decisões judiciais contrárias à coligação, com ataques a Vanderlan Cardoso (PSB), não eram apócrifos e por isso estavam dentro da lei. A coligação foi punida com multa de R$ 1,15 milhão e perda de tempo na propaganda eleitoral, mas ainda cabe recurso.

“É um panfleto informativo. não há calúnia, nem ofensa, nem maledicência”, afirma Agenor Mariano, coordenador da campanha. Ele alega que o material tem o CNPJ necessário.

Sobre a condenação relacionada aos programas de radio e TV, a coligação de Iris divulgou nota afirmando que vai recorrer. “A magistrada proferiu uma sentença acolhendo ações com conteúdos distintos e diversos, vários deles sequer pertencem ou têm vínculo direto com a coligação”, diz a nota. “A coligação reitera o compromisso com a Legislação Eleitoral vigente e deposita plena certeza de que a sentença será completamente revertida sem prejuízo do bom andamento do processo eleitoral em Goiânia”.

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