sexta-feira , 24 abril 2026
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Reinaldo Azevedo, na Veja, diz que as divergências nas delações na Odebrecht envolvem versões, valores e muitas outras incongruências que ainda não vieram à luz

O colunista boca do inferno da revista Veja, Reinaldo Azevedo, aborda neste domingo a reportagem da Folha de S. Paulo que aponta contradições nas delações dos ex-executivos da Odebrecht e cita, em especial, o caso do governador Marconi Perillo, segundo a Folha “um bom exemplo da abundância de erros factuais, contradições e inconsistência” nos depoimentos.

Segundo Reinaldo Azevedo, isso prova que a ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, “homologou as delações de cambulhada, sem ler. Afinal, havia o alarido: ‘Homologa isso aí depressa!’. E Fachin adotou o método: abra-se inquérito e pronto!”, escreve o colunista.

Mencionando o nome do governador Marconi Perillo, que apareceu no levantamento da Folha de S. Paulo como uma das “vítimas” das delações contraditórias, Reinaldo Azevedo arremata:

“Em tempos normais, vivendo a rotina da democracia, é possível que o procurador-geral da República — hoje, é Rodrigo Janot — tivesse deixado muita coisa para mais tarde, para dirimir as dúvidas. Ainda que não o fizesse, restaria a possibilidade de o homologador devolver esta ou aquela peças para o Ministério Público Federal com a recomendação: ‘Organizem esse troço’. Mesmo falhando o responsável pela homologação, ainda se poderia apostar no rigor do relator: Fachin. Mas parece que ele também descobriu a graça de cair nos braços da galera”.

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