Custo das missões é infinitamente menor do que o retorno, diz João Furtado

Titular da Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás, João Furtado Neto é um dos auxiliares que acompanham o governador Marconi Perillo na missão comercial no Cone Sul e, em entrevista ao jornal A Redação (clique aqui para acessar), avaliou os resultados desse tipo de viagem como “extremamente positivos”.

“O governo precisa investir em missões internacionais porque elas dão retorno. O custo dessas missões é infinitamente menor do que o retorno que é dado para o Estado. O que os críticos dessas missões não compreendem é que não somos mais um Estado agropastoril. Somos uma economia pujante, crescente, desenvolvida e moderna. Na aldeia global, quem não se comunica, quem não se apresenta para o mundo, tende a desaparecer, tende a ser ignorado”, defende.

Para João Furtado, a decisão de apresentar as potencialidades de Goiás para investidores de outros países foi uma decisão acertada do governador Marconi Perillo e que já garantiu muitos retornos positivos ao Estado. “Para esses que criticam as missões, nós deveríamos continuar sendo chamados de fazenda asfaltada. Não é isso que o governador quer, não é isso que ele pensa. Marconi transformou o Estado de Goiás num Estado moderno e desenvolvido, e nós precisamos mostrar esse Estado como oportunidade de investimento para o Brasil e para o mundo”, completa.