Site nacional lista erros que podem custar eleição de Wilder ao Senado em 2018

O site nacional GBrasil (clique aqui para acessar) publicou reportagem em que aponta sete erros capitais que podem custar a candidatura do senador Wilder Morais (PP) à reeleição em 2018. O site lembra que Wilder está numa disputa acirrada pela vaga que resta na chapa da base aliada, contra políticos experientes como Lúcia Vânia, Roberto Balestra, Jovair Arantes e Demóstenes Torres.

Confira o texto abaixo:

Sete erros capitais que podem tirar Wilder da disputa pelo Senado

Existe uma disputa acirrada pela última vaga de candidato ao Senado na chapa governista que concorrerá na eleição de 2018 (a outra vaga é do governador Marconi Perillo). Wilder Morais (PP), postulante à reeleição, largou na frente, mas à medida que o tempo passa ele perde espaço para políticos mais experientes e articulados, como Lúcia Vânia, Roberto Balestra, Vilmar Rocha, Demóstenes Torres e Jovair Arantes.

O GBrasil lista abaixo os sete erros capitais que podem custar a candidatura de Wilder no ano que vem. Ele ainda tem tempo de mudar, está com a faca e o queijo na mão, mas a permanecer tudo como está, dificilmente conquistará a vaga na chapa da base aliada. Confira:

1. INEXPERIÊNCIA POLÍTICA
Wilder opera em um terreno de raposas políticas e de gente com muita experiência, como Lúcia Vânia, Roberto Balestra, Jovair Arantes, Demóstenes Torres e Vilmar Rocha, todos eles interessados também na vaga de candidato ao Senado que resta na chapa governista.

2. FALTA DE PRESENÇA MAIS CONSTANTE NA MÍDIA
Apesar de ter um craque na sua assessoria, o jornalista Nilson Gomes, o senador precisa de uma rede de apoio mais consistente. Os outros concorrentes à vaga de candidato a senador na base aliada ocupam espaços até mais significativos do que ele, apesar de contarem com estruturas menores.

3. FALTA DE CONSISTÊNCIA POLÍTICA
Wilder fez a vida como empresário e o primeiro cargo eletivo foi logo o de senador. Por isso, ainda tem poucas raízes e não conta com uma teia política forte e duradoura como a que têm Lúcia Vânia, Vilmar, Balestra e Jovair.

4. NÃO APRESENTA PROPOSTAS, NEM CONTEÚDO
Mostra-se raso em suas formulações. É um senador sem bandeira, que não se identifica com discurso algum. O GBrasil desafia o leitor a lembrar-se de pelo menos uma causa social em que Wilder tenha se destacado.

5. FOCO EXCLUSIVO EM AGRADAR PREFEITOS
Pode até dar certo como estratégia para conseguir a vaga de candidato ao Senado, mas o risco de ser abandonado é grande. Hoje, prefeitos estão interessados em emendas, que significam dinheiro para obras. Mas, lá na frente, ninguém garante que permanecerão ao lado de Wilder. O correto seria um trabalho de inserção na sociedade – um trabalho “social”, por assim dizer, para ter também apoio da opinião pública.

6. ASSESSORIA POLÍTICA FRACA
Wilder não ter um nome de peso para apontar caminhos e rumos. Fia-se muito na competência pessoal, no estilo self-made-men. Deu certo na iniciativa privada, mas em política a história é outra.

7. ACHA QUE DINHEIRO COMPRA TUDO
O título deste tópico é auto-explicativo. Não demanda comentários.