Fatura final (2) : operação midiática teria custado caro aos cofres públicos e nenhuma prova de desvio de dinheiro foi apresentada

De acordo com a informação que o G24H obteve  no próprio MP,  a megaoperação deflagrada no dia 21 de fevereiro contra o ex-presidente do IMAS, Sebastião Peixoto, teria custado quase R$ 100 mil reais e não apurou nenhum desvio de dinheiro, apenas a tentativa de um ex-diretor do Imas, Carlos Henrique Duarte Bahia, em fraudar a Assistência a Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia. O que já havia sido constatado pelo presidente, que por sua vez demitiu o servidor e tomou as providencias cabíveis. A defesa de Sebastião Peixoto diz que houve exagero por parte do MP ao decretar a prisão de Sebastião Peixoto. No fim das contas o fato é que até o momento a operação custou caro aos cofres públicos e nenhuma prova concreta foi encontrada.