Paralisação
• Os servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Goiás (UEG) comunicaram formalmente a deflagração de greve com início marcado para quinta-feira, 10 de julho, após esgotadas as tentativas de negociação com o governo Ronaldo Caiado. O ofício foi protocolado na Reitoria na tarde desta segunda (7).
Reivindicação
• A decisão foi tomada por unanimidade em Assembleias Gerais Extraordinárias realizadas nos câmpus de Formosa, Uruaçu, São Luís de Montes Belos, Goiás, Aparecida de Goiânia, Morrinhos, Quirinópolis e Anápolis.
• Segundo o Sindipúblico, a UEG é atualmente a única universidade pública do país que não possui um Plano de Cargos e Remuneração (PCR) específico para seus servidores técnico-administrativos.
Compromisso com o diálogo
• “Estamos abertos ao diálogo, mas é preciso que haja compromisso concreto com as pautas da categoria”, afirmou Nylo Sérgio, presidente do Sindipúblico.
• O ofício de greve foi entregue com a presença da diretora de Regionalização da UEG, Irinesa Machado, e do presidente da ASTUEG, Álefe Souza.

















