• Fato
A Rádio CBN Goiânia revelou, em outubro, na coluna Papo Político, da jornalista Fabiana Pulcineli, a abertura de um processo administrativo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar suspeitas de nepotismo no Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).
A medida ocorreu após recadastramento realizado em janeiro, quando 488 servidores declararam parentesco no órgão.
• Vem bomba…
Segundo a CBN, o CNJ também apontou ausência de clareza nos requisitos dos processos seletivos, ampliando o alcance da investigação.
Nos bastidores, a apuração ajuda a explicar a saída antecipada do então presidente do TJGO, Carlos França, que deixou o cargo e passou a advogar. A avaliação interna é de que França busca manter influência no tribunal.
• Indicação para a vaga
A movimentação do ex-presidente, segundo uma fonte, incluiria a tentativa de emplacar pessoas de confiança, como a procuradora Laura Maria Ferreira Bueno, na vaga de desembargadora.
Os nomes da lista tríplice foram definidos na sexta-feira (12), em sessão extraordinária do Órgão Especial do TJGO. A vaga é decorrente da aposentadoria da desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, ocorrida no mês de outubro.
Candidatas:
– Laura Maria Ferreira Bueno
– Lívia Augusta Gomes Machado
– Villis Marra Gomes

















