• Assassinato da reputação de Marconi
A denúncia feita pelo advogado do PL, Leonardo Batista, no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás descreve que a engrenagem de comunicação do governo estadual não se limitava a promover aliados.
Ela teria sido usada para massacrar, pisotear, destruir e sujar a reputação do ex-governador Marconi Perillo, figura central da oposição ao grupo político de Caiado.
O assassinato da reputação de Marconi sempre começa com uma declaração pública de Caiado ou Daniel, depois vem os textos reproduzindo a mensagem em vários meios de comunicação, como se fosse uma indústria de fake News oficial. Tudo pago com dinheiro público.
• Contratos em troca de massacre
De acordo com a representação, o então secretário de Comunicação, Gean Carlo Carvalho, detinha o controle de contratos, verbas e fluxos informacionais e determinava o massacre orquestrado.
Já o superintendente de Imprensa, Filemon Pereira Miguel, é apontado como o executor: produziria e impulsionaria conteúdos por canais institucionais, listas oficiais e portais custeados com publicidade pública.
• Jaguncismo na comunicação
Os autos relatam a disseminação repetitiva de matérias sensacionalistas por sites contratados e mensagens enviadas por canais funcionais, criando um ambiente de desgaste contínuo.
A Justiça observou o contraste entre ataques a opositores e a promoção sistemática de aliados do governo, o que indicaria desvio da finalidade institucional.

















