Falta de prioridade
- Enquanto a gestão do prefeito Sandro Mabel investe milhões em futebol, milhares de famílias seguem expostas ao perigo e ao abandono em Goiânia. Um levantamento técnico identificou que a capital tem 120 áreas de risco geo-hidrológico, onde vivem mais de 6,4 mil pessoas sem a devida proteção do poder público.
Áreas críticas
- O estudo, que integra o Plano Municipal de Redução de Riscos, feito pelo Governo Federal em conjunto com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), aponta que 27 áreas estão em situação crítica, com risco muito alto, e outras dezenas enfrentam risco elevado ou médio.
- Enchentes, erosões e alagamentos são problemas recorrentes, impulsionados pelas características frágeis do solo e pela ausência de ações preventivas eficazes.
Perigo aos moradores
- Mais da metade dessas áreas sofre diretamente com problemas relacionados à água, colocando cerca de 4 mil moradores em constante ameaça. Os dados mostram o que todos já sabem e percebem: não há prioridade e políticas públicas para aqueles que mais precisam em Goiânia.

















