• Guerra
Uma missão de resgate dos Estados Unidos no sul do Irã foi descrita como uma grande operação militar de busca e salvamento em combate (CSAR). As circunstâncias completas da ação ainda não foram detalhadas.
Segundo a imprensa americana, o presidente Donald Trump suspendeu outras operações para concentrar forças especiais na retirada de um piloto. A missão mobilizou dezenas de militares e aeronaves.
• Missão complexa
O resgate de tripulantes abatidos é considerado um dos mais difíceis nas forças armadas. As operações envolvem helicópteros voando em baixa altitude em território inimigo, com apoio aéreo para proteção. De acordo com o almirante aposentado William Fallon, a operação pode ter sido favorecida pela noite, já que militares são treinados para atuar no escuro.
• Piloto isolado
O governo Trump afirmou que o militar resgatado, um coronel, estava em área montanhosa, atrás das linhas inimigas, sendo perseguido. Especialistas apontam que a ejeção de aeronaves é um processo de alto impacto físico. O analista Mikey Kay destacou os riscos ao corpo.
• Relato iraniano
O Exército do Irã afirmou ter usado um novo sistema de defesa aérea para atingir aeronaves dos EUA envolvidas na missão. O porta-voz Ebrahim Zolfaqari disse que caças, helicópteros, drones e aviões foram atingidos.
Segundo o Irã, foram alvos dois aviões C-130, helicópteros Black Hawk, drones MQ-9 e Hermes e até um A-10. Também há alegação de abate de um F-35, embora relatos indiquem que o avião atingido seja um F-15E.
Durante a retirada, dois aviões de transporte não conseguiram decolar e foram destruídos para evitar captura. A Guarda Revolucionária divulgou vídeos com destroços das aeronaves. Um analista ouvido pela Reuters afirmou que os materiais são compatíveis com equipamentos militares citados.

















