• Operação atinge gestão do governo
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram operações que atingem diretamente o modelo de gestão da saúde adotado pelos governos Caiado e Daniel Vilela em Goiás.
As organizações sociais Agir e IBGH, responsáveis por contratos milionários com o Estado, estão no centro da investigação.
• Esquema com dinheiro público
As apurações indicam suspeitas de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações. O esquema envolveria direcionamento de contratos, simulação de concorrência e superfaturamento de serviços pagos com recursos públicos. Entre os alvos estão o presidente da Ahpaceg, Renato Daher e o pai dele, Sérgio Daher.
• Propina dentro da estrutura estatal
Segundo a investigação, parte do dinheiro desviado era usada para pagar propina a servidores responsáveis pela fiscalização dos contratos, garantindo silêncio e permitindo a continuidade das irregularidades dentro da própria estrutura do governo.
Um dos focos é a gestão de recursos destinados ao combate à Covid-19, especialmente no Hospital de Campanha de Goiânia, administrado pela Agir durante a pandemia.
Um dos investigados é amigo pessoal do ex-secretário de Saúde Ismael Alexandrino (PSD), hoje deputado federal, gestor da pasta na época.

















