• Origem e crescimento durante a pandemia
A RTD-Diagnose foi criada antes da pandemia por Renato Tavares Daher e Rodrigo Teixeira de Aquino, dentro do Hospital Encore, ligado ao empresário Maurício Prudente. Com a chegada da Covid-19, o grupo expandiu rapidamente sua atuação na área da saúde, avançando sobre contratos públicos.
• Proximidade com figuras políticas
O crescimento da empresa ocorre em meio a relações próximas com o deputado federal Ismael Alexandrino (PSD), que comandou a saúde em Goiás durante o período mais crítico da pandemia, e foi o homem de confiança de Caiado. Essa proximidade teria facilitado a ampliação dos negócios, inclusive fora do estado.
• Operações e investigação
A RTD-Diagnose aparece no contexto de investigações que apuram um esquema de desvio de cerca de R$ 38 milhões em recursos destinados ao combate à Covid-19. As apurações apontam irregularidades em contratos, com suspeitas de superfaturamento, favorecimento e pagamento de propina.
• Nome central no esquema
Um dos nomes que surge como elo entre empresas e contratos é Renato de Almeida dos Santos Silva, apontado como peça-chave na conexão entre o setor privado e organizações sociais que atuaram na gestão da saúde pública.
• Rede de negócios e contratos públicos
O grupo formado por Renato Daher, Rodrigo Aquino e Maurício Prudente ampliou sua atuação por meio de contratos com organizações sociais, incluindo estruturas ligadas à Agir, responsável por unidades de saúde no estado, e na época administrou o Hospital de Campanha.
Ainda em 2021, a empresa já havia sido alvo da Operação Medusa, da Polícia Civil do Distrito Federal, reforçando o histórico de investigações envolvendo o grupo.
Essas sãos as peças do quebra-cabeça da Saúde no governo Caiado e atinge figuras que estiveram à frente das decisões no período da pandemia, além do grupo mais poderoso no ramo de gestão pública de hospitais em Goiás: Organização Social Agir.

















