Reação
- A saída de empresas ligadas ao PCC e que prestavam serviços a hospitais de Goiás administrados pelo Imed ganhou um novo capítulo após o empresário Luiz Fernando Donke afirmar que foi “pego de surpresa” com o rompimento dos contratos. As informações são do Metrópoles.
Por que a surpresa?
- A reação chama atenção porque as empresas estão no centro de uma sequência de reportagens e investigações envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro ligada à facção. Ainda assim, o empresário se diz surpreso com o encerramento do contrato. Por que a surpresa? Será que o elo era tão forte que ele achou que tudo ficaria como estava?
Máfia na saúde
- As empresas L2D e TL2 tiveram como sócio Thiago Telles, indiciado pela Polícia Civil de São Paulo por lavagem de dinheiro. Segundo a investigação citada pelo Metrópoles, empresas ligadas ao empresário movimentaram milhões de reais com intermediários apontados como operadores financeiros do PCC.
- Como empresas citadas em investigações desse porte e com envolvimento com o PCC conseguiram ocupar espaço na prestação de serviços dentro da Saúde pública de Goiás? Muita coisa precisa ser explicada.


















