domingo , 26 abril 2026
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Porque a oposição perdeu a eleição (2): sem propostas, baixou nível com ataques e jogo sujo

Na política, existe uma máxima famosa que diz que quem ataca, perde. Taí a eleição municipal do último domingo para provar que ela é verdadeira e que subestimá-la é um erro. A oposição ao governador Marconi Perillo (PSDB) protagonizou a eleição mais baixa e mais suja da história de Goiás. Ato contínuo, colheu o pior resultado em séculos. Foram apenas 55 prefeitos eleitos, contra 189 da base aliada.

Os dois grandes líderes da oposição, deputado federal Daniel Vilela e senador Ronaldo Caiado, são pré-candidatos a governador. Não lhes importa a realidade de cada município ou se o governo fez obras importantes que mudaram a realidade dos distritos, povoados ou cidades. Nesta eleição, mostraram que estão cegos com a obsessão de polarizar com o governador, atacando-o por todos os flancos e desenhando um cenário de caos que eles sabem que não existem.

Juntos, Daniel e Caiado espalharam a semente do ódio por nada menos do que 180 municípios (segundo as assessorias). Criaram mentiras, sofismas e falsas histórias para convencer o eleitor de que era preciso eleger o candidato a prefeito deles para, em 2018, tirar o PSDB do poder.

O eleitor, que não é bobo, percebeu o jogo. É a turma que quer o poder pelo poder, que não se renova. É o Caiado que vem de uma família que manda há muito tempo em Goiás. É o Daniel filho do ex-governador Maguito Vilela, que trata a política como negócio doméstico.

A resposta foi dada nas urnas. E bem dada.

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