sábado , 25 abril 2026
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Sem Marconi e sem Iris, eleição para o governo em 2018 passa a ser vista como troféu pequeno: todos acham que podem disputar e ganhar, mas… não é bem assim

O lançamento da candidatura da secretária estadual da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, ao governo do Estado em 2018 parece ser o início de um fenômeno: como Marconi Perillo e Iris Rezende não estarão na disputa, qualquer um – isso mesmo: qualquer um – acha que pode ganhar.

Ana Carla só morou em Goiás quando era criança – e bem criança. Passou a vida fora do Estado, estudou e se formou em São Paulo e agora, ao voltar para ocupar a Sefaz, diz que tomou gosto pela administração pública e…

…e daí, por que não?, pensa a sua a mãe, a senadora Lúcia Vânia, por que Ana Carla não pode ser candidata a governadora, se até um partido a família já tem – no caso o PSB? Nesta segunda-feira, em café da manhã com jornalistas, Lúcia Vânia lançou a candidatura da pimpolha e chegou até mesmo a admitir, com todas as letras, que, sem Marconi e sem Iris, a eleição passa a ser totalmente imprevisível.

Ou seja: qualquer um pode ganhar. Mas não é bem assim. Eleições majoritárias estaduais não são brincadeira de criança e dependem de alianças, estrutura de campanha e muitas ideias, conjunção que é raríssima e só pôde ser vista até agora, em Goiás, exatamente com Marconi e Iris (e eventualmente Maguito Vilela) e mais ninguém. A própria Lúcia Vânia é testemunha de que disputar e ganhar o governo do Estado é como escalar uma montanha escarpada – ela foi candidata em 1994 e não levou.

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