sábado , 31 outubro 2026
Goiânia

“Abandono” e “falta de manutenção”: termos nada positivos que a promotoria usa para se referir ao Mutirama

É alarmante a situação do Parque Mutirama descrita pela promotora Leila Maria de Oliveira em ação civil pública proposta na última sexta-feira, que pede a interdição judicial do local. Leila usa termos como “abandono”, “situação vergonhosa” e “falta de manutenção” para se referir ao parque, onde aconteceu a tragédia que deixou 11 feridos na última quarta-feira.

“É de conhecimento público e notório que os brinquedos que integram o Parque Mutirama são velhos, o que exige um maior cuidado com vistorias e manutenção para garantir segurança aos frequentadores do local” diz um trecho da ação. Leila enumera, no documento, vários episódios em que brinquedos sofreram pane e até feriram  visitantes, sem, no entanto, sensibilizar a prefeitura a cuidar melhor da estrutura.

O Ministério Público afirma que “a negligência com os brinquedos do Parque causa danos à segurança dos usuários e ao erário, eis que, com a falta de uma perícia e manutenção eficazes, tais brinquedos vão sendo sucateados e estragam com frequência”. Por isso, a promotora pede interdição judicial até que a prefeitura crie vergonha na cara e faça o que é preciso fazer.

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