segunda-feira , 27 abril 2026
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Ao ignorar greve na educação de Paulo Garcia e radicalizar contra o governo, Sintego só comprova que virou aparelho político do PT

O Sintego avisou que nesta quarta-feira vai deflagrar greve na educação estadual. O sindicato não tem apoio integral da categoria que diz representar e a greve não é consenso entre os servidores. A aposta do Sintego é na radicalização contra o governo do Estado, que vem dialogando com professores e expôs francamente a situação financeira delicada que vive a administração estadual.

O governo recebeu o sindicato em oito ocasiões: uma delas com o próprio governador, duas com a secretária Ana Carla Abrão Costa (Fazenda) e outras quatro com a secretária Raquel Teixeira (Seduce). Em todas elas foi falado que diante do cenário econômico atual é impossível cumprir todas as exigências.

Mas, o sindicato opta pelo radicalismo e vai bancar a greve. Vamos agora ao panorama político. O Sintego é comandado pelas petistas Bia de Lima e Iêda Leal e adivinhem por que elas não são radicais assim quando o assunto é a prefeitura de Goiânia???

Porque o prefeito Paulo Garcia também é do PT, ué! O aparelhamento político é tão claro que os professores e servidores municipais se divorciaram do Sintego há tempos e agora se mobilizam em outro sindicato, o Simsed. A fala mais comum entre os trabalhadores é: “O Sintego não me representa”.

Para Bia de Lima e Iêda Leal é preciso ter paciência e diálogo com Paulo Garcia, mas com o governo estadual, nada disso, é cacete mesmo.

Santa incoerência.

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