terça-feira , 20 outubro 2026
Goiânia

Parte dos invasores de escolas é conhecida pela polícia e atua em movimentos radicais

Após levantamentos de praxe, a Polícia Civil apurou que parte dos líderes da invasão é conhecida pela corporação – alguns têm registros nos arquivos da polícia. Samuel Januário Tavares foi autuado, em agosto de 2015, por porte de drogas. Rafael Saddi, que é professor na UFG e no IEG, estava presente na primeira invasão ao prédio, no fim de janeiro. Outro professor preso, Thiago Oliveira Martins, também estava na primeira ocupação do prédio. Thiago é servidor da Rede Estadual de Educação, pertence ao Movimento Anarquista de Goiás.

Outro servidor da Rede Estadual, Alexandre de Paula Meirelles é, de acordo com a polícia, membro do Movimento Anarquista de Goiás. Outro envolvido, Fabio Antonio de Oliveira Junior já foi ativista do Movimento Estudantil Popular Revolucionário, ocasião em que participou de ações em que ônibus do transporte coletivo foram incendiados, em Goiânia. Hoje, Fabio integra a União da Juventude Rebelião.

Os menores que participaram da invasão vão responder pelo ato infracional de dano ao patrimônio público. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) de Goiânia e liberados em seguida. Em nota, o Governo de Goiás disse respeitar manifestações democráticas, mas afirma não compactuar com ações criminosas articuladas por movimentos que manipulam os estudantes com claros objetivos políticos.

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