Cresce a polêmica sobre o “trabalho” informal de Sandro Mabel no Palácio do Planalto. Folha de S. Paulo faz ironia e pergunta: “Pode, Arnaldo?”

O jornal Folha de S.Paulo, em sua edição desta sexta-feira, segue os passos do Valor Econômico e também questiona a atuação do ex-deputado federal por Goiás Sandro Mabel no Palácio do Planalto, como assessor do presidente Michel Temer, sem nomeação e sem salário, mas com direito a sala, carro oficial, passagens e diárias.

Primeiro, a Folha faz um esclarecimento: deixa claro que Sandro Mabel atua como “agente colaborador eventual da Presidência. O Planalto diz que o convite aconteceu por meio de um ofício encaminhado diretamente a ele, que não teve publicidade. A norma que trata desse tipo de colaboração é de 2014”.

Mas, em seguida, vem o questionamento: “Integrantes da Comissão de Ética da Presidência dizem, em caráter reservado, que a função de colaborador costuma estar atrelada a um trabalho específico — e não a um assessoramento permanente do presidente da República”.

A Folha pergunta com ironia: “Pode, Arnaldo?”.