Juiz alega “falta de estrutura” para não agendar júri popular dos acusados de matar Valério Luiz

Em despacho nesta segunda-feira, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara afirmou que não tem condições de marcar o julgamento dos cinco acusados de matar o radialista Valério Luiz de Oliveira por falta de estrutura da comarca. Em nota, a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) rebateu algumas das afirmações do juiz; disse que aprovou a construção de um outro prédio para as varas criminais e afirmou que o local onde atualmente ocorrem as sessões foi adaptado para a realização das atividades até que o novo espaço seja entregue.

Valério, filho de Mané de Oliveira, foi morto em 2012, logo após sair do trabalho, em uma rádio de Goiânia, no alto do setor Bueno. Ele foi assassinado a tiros no meio da rua. O empresário e ex-presidente do Atlético-GO, Maurício Borges Sampaio, além de Urbano de Carvalho Malta, Ademá Figueiredo, Marcus Vinícius Pereira Xavier e Djalma da Silva, respondem pelo crime.

(com informações do G1 Goiás)