• Assédio processual
A Justiça do Estado de Goiás, por meio da juíza de direito Lilian Margareth da Silva Ferreira, inocentou o jornalista e editor do Goiás24Horas, Cristiano Silva, de mais uma ação civil pública movida pela força combinada entre o governo Caiado (UB) e setores do Ministério Público de Goiás.
A sentença, proferida no último dia 18 de junho, escancara o uso do aparato estatal para promover assédio processual, perseguição política e tentativas reiteradas de criminalizar o trabalho de um veículo livre, independente e crítico.
Mesmo com quebra de sigilo telefônico, escutas por mais de dois meses, busca e apreensão na residência do jornalista, uma devassa, não foi encontrada nenhuma prova que sustentasse a acusação de improbidade.
• A curta perna da mentira
A tentativa desesperada de criminalizar o Goiás24Horas foi construída sobre uma narrativa absurda, que tentava transformar uma tabela de preços, proposta comercial legítima, em ato de improbidade administrativa.
A acusação distorcia números, maquiava dados e omitia fatos, tudo para atender à sanha persecutória contra o jornalista.
O método é velho: o mesmo utilizado contra Hipólito José da Costa, fundador do primeiro jornal do Brasil, perseguido pela corte de Dom João VI, que, sem ter do que acusá-lo, tentou associá-lo à maçonaria.
No caso atual, o aparato do governo e de promotores que “não honram a toga” tentou criar um factóide jurídico, ignorando deliberadamente que a contratação de mídia segue parâmetros técnicos, feitos por agências, como ocorre com todos os veículos — O Popular, G1, TV Anhanguera, TV Serra Dourada, Mais Goiás, Opção e outros.
• Inocentado por falta total de provas e dolo
Na sentença, a juíza Lilian Margareth foi categórica: “Não há qualquer elemento que comprove dolo ou intenção ilícita por parte de Cristiano Silva”.
A decisão, mais uma vez, desmonta a narrativa persecutória e expõe o uso indevido do Ministério Público por parte de agentes que mancham a instituição, atuando como linha auxiliar do governo Caiado e de sua filha, Anna Vitória Caiado, no ataque sistemático contra quem fala a verdade.

















