Negligência
• Valdivina Moreira Dutra, de 79 anos, moradora de Gameleira de Goiás, teve a perna errada operada no CRER, em Goiânia, após fraturar o fêmur da perna esquerda. A cirurgia foi inicialmente realizada no lado direito, por engano, e só depois os médicos corrigiram o procedimento.
• O caso foi denunciado no perfil do jornalista Oloares Ferreira, da TV Record, no Instagram.
“Quase” erro?
• O CRER reconheceu que houve “falha na identificação do lado da fratura” e admitiu que a intervenção foi iniciada na perna errada, com abertura dos tecidos superficiais e musculares.
• A instituição classificou o caso como “near miss”, expressão usada para minimizar a falha como um “quase erro”, alegando que a correção foi feita antes de causar maiores danos.
O estado de saúde
• Após retornar para casa, a idosa passou a sentir fortes dores e foi levada ao hospital de Gameleira. O médico plantonista, preocupado com sinais de infecção, determinou a transferência para uma unidade de saúde em Anápolis.
• A família afirma que o CRER só entrou em contato depois que o caso ganhou repercussão pública.
Resposta do hospital
• Em nota, o CRER, que é gerido pela OS AGIR, diz que “a cirurgia foi concluída com êxito” e que a paciente “não apresentou complicações”, mesmo após a abertura indevida da perna sadia.
• A unidade também afirmou que realiza avaliação geriátrica conforme protocolos e reafirmou compromisso com “transparência” e “excelência”.

















