• Obra parada
O prefeito de Pires do Rio, Hugo do Laticínio (POD), denunciou que o presidente da Câmara Municipal engavetou o projeto para transformar um prédio público abandonado em creche, mesmo com mais de R$ 1 milhão já reservado para investimentos.
Segundo o gestor, há um déficit de vagas para mais de 100 crianças na cidade. “Temos recurso próprio e já iniciamos a obra. O projeto está na Câmara há dias e não é prioridade”, afirmou.
• Monitores sem aumento
Hugo também criticou a falta de avanço em outra proposta: a concessão de gratificação de R$ 305 para monitores escolares, cujo salário-base é de R$ 1.283, abaixo do mínimo. “Encaminhei o projeto, mas a presidente não pautou”, disse.
Para ele, o auxílio teria impacto direto na qualidade da educação infantil e no reconhecimento dos profissionais que cuidam das crianças durante oito horas diárias.
• Vale polêmico
Enquanto isso, na primeira sessão da atual legislatura, os vereadores aprovaram rapidamente um vale-alimentação de R$ 1.900 para si próprios, proposto pela presidente da Câmara, Ana Cláudia Saêta (PL), e pelo vereador Marquinhos Negasson (PL).
“Qual tem mais impacto? R$ 1.900 para vereadores ou R$ 305 para monitores? É vergonhoso”, questionou o prefeito, prometendo seguir expondo o que chama de incoerência política na cidade.

















