• Fragmentar em vez de unir?
Caiado (UB), afirmou em entrevista a CNN, na festa do peão de Barretos, que há um pacto entre governadores da direita para lançar candidaturas separadas para presidente no primeiro turno de 2026.
A ideia, segundo ele, é que em caso de segundo turno, se houver, os caquinhos se juntem. Caiado tem 3% das intenções de votos e Zema também 3%. Será que vai ter segundo turno com esses caras?
O problema é que a estratégia pode, na prática, rachar a direita em pedacinhos e abrir caminho para a vitória de Lula (PT) já no primeiro turno.
• Os trapalhões?
Romeu Zema (Novo) fez coro a fala de Caiado: “E isso fortalece a direita. Como Caiado falou, quando chegar o segundo turno, todos juntos”, disse o governador mineiro.
• Risco evidente
A fala de Caiado revela mais desespero do que estratégia. O pacto de “cada um por si” soa como uma confissão de fraqueza: sem Bolsonaro (PL), nenhum nome da direita conseguiu se impor até agora.

















